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![]() Descrição da Espécie: Palmeira Real-da-Austrália-de-alexandra – Archontophoenix Alexandrae Espécie de palmácea de origem Australiana, sendo destacada na década de 70 pelo botânico Pe. Raulino Reitz, para substituir o palmito nativo (Euterpe edulis) pelas suas características de creme (massa), maior espessura de cabeça e seu palmito de ótimo paladar. Cultivada nos municípios litorâneos de Santa Catarina e médio Vale do Itajaí, para fins ornamentais, sendo uma das duas cultivadas (Archontophoenix Alexandrae e Archontophoenix cunninghamiana). Possui estipe único, proeminente na base, cicatrizes foliares dispostas no sentido horizontal, atingindo altura de até 25 metros, com maturação dos cachos no período da primavera verão, com frutos de coloração vermelha. As sementes apresentam formato também arredondado, podendo ser levemente ovaladas, sendo de coloração amarelo-esverdeada logo após o despolpamento e com fibras estreitas que se soltam da extremidade apical. Quando maduras, apresentam um teor de água em torno de 50% - não resistindo ao dessecamento ou secagem, perdendo rapidamente o poder germinativo – sendo necessário conservá-las com alto teor de umidade. Informações das Sementes - Sementes originárias de matrizes selecionadas da Palmeira Real-da-Austrália – A. Alexandrae, desengaçada e despolpada imediatamente para manter o alto teor de umidade necessário, não prejudicando a germinação. - Cada quilo contém de 800 a 1000 sementes despolpadas, com uma taxa de germinação acima de 80% em até um ano, se conservadas submersas em água corrente. - São despolpadas mecanicamente após a colheita, sendo peneiradas e colocadas imediatamente em tanques de água corrente e renovável, mantida submersas. - São embaladas para transporte em duas embalagens para garantir a segurança no deslocamento, sendo misturadas a vermiculita para manter a umidade. - O uso não total da semente implica na necessidade da retirada da embalagem e o acondicionamento em tanques ou caixas, submersas em água com renovação diária. - No acondicionamento e plantio, não há necessidade de tratamento de sementes. - As sementes poderão ser semeadas em canteiro, em germinador, ou diretamente na embalagem, dependendo da opção de cada produtor. - As opções de canteiro e germinador permitem o descarte de sementes com germinação retardada, e uma maior uniformidade de mudas por embalagem. - No processo de pré-germinação poderão ser usados os substratos de areia média lavada, solo arenoso ou casca de arroz carbonizada; ou mesmo, sem substrato, usando tecido poroso, tipo aniagem ou ráfia, em baixo e em cima. | |
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